nove de dez, no Rondó do Capitão


Hoje, mais que nunca, sabemos que há Capitão e capitães. E é ao Capitão Manuel Bandeira que volto em minha avosidade, pra me deixar novamente embalar no seu bão balalão, suspirar pelas mulheres do sabonete Araxá e sonhar-me bibicletando, fazendo ginástica, leve e ágil como nunca fui.

Se o porquinho da índia sobreviveu em todos os amores do poeta, a poesia acolhedora, prazeirosa mesmo na tristeza, e tão comovedoramente humana de Bandeira ecoou, para meu conforto, vida afora.

Esta lista de dez não podia deixar de incluí-lo. Com todas as músicas a que emprestou sua poesia. E na sinapse da música, fica o convite a Magda para que entre na roda.


©2017 criado por Afonso José Sena Cardoso