Dois de dez, com o caboclo Capiroba


Evoé Gilda. Ave Ricardo. Salve Katia Frazão e Silvio Rodrigues a quem, com o caboclo Capiroba, convidamos para esta roda.

O segundo dos dez prometidos é um outro mural fantástico da história da gente brasileira. Quando li em 1984 o recém publicado Viva o Povo Brasileiro fiquei maravilhado pelo vigor da narrativa, o engenho do poleirinho das almas com que se interligavam personagens e épocas, a escolha “imejorable” dos momentos pinçados à memória.

Desde as primeiras páginas juntara-me a João Ubaldo Ribeiro na admiraçao emocionada desse povo pequenamente grande, maior talvez sempre que seus governantes e supostos senhores.

Quando reli há pouco a obra de João Ubaldo, a emoção não foi menor, nem menos incondicional a simpatia ao caboclo Capiroba e suas adaptações criativas das receitas dos jesuítas, e aos heróis anônimos tantos do grande desafio - em curso - da construção do Brasil.


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